Home 11/09/2019 - 10:22 - Josélia de Lima/Governo do Tocantins

Projeto solidário do Colégio Militar de Guaraí distribui alimentos e leitura para a população

A Geladeira Solidária foi instalada no centro da cidade A Geladeira Solidária foi instalada no centro da cidade - Divulgação
Qualquer pessoa poderá doar ou consumir os produtos da geladeira Qualquer pessoa poderá doar ou consumir os produtos da geladeira - Divulgação

Estudantes do Colégio Militar de Guaraí, Unidade VIII, desenvolveram um projeto de cooperação comunitária. Eles instalaram, no centro da cidade, uma geladeira solidária que contém produtos alimentícios e textos produzidos pelos alunos.

O projeto teve a coordenação da professora de língua portuguesa, Lilian Pires de Oliveira Moura, e envolveu os alunos do 6º ao 7º ano do ensino fundamental, responsáveis por escrever poesias, cartas e textos informativos que possam contribuir ou motivar as pessoas.

Qualquer pessoa poderá consumir os produtos da geladeira. A recomendação é que os doadores observem a data de validade dos produtos e não são aceitas bebidas alcóolicas.

O estudante Jorge Luiz, 11 anos, ressaltou a importância de participar do projeto. “Estamos oferecendo o alimento físico e intelectual, que são os textos que produzimos”.

Manoele Cardoso, aluna que também participou da iniciativa, destacou a oportunidade de ajudar. “Por meio desse projeto, estamos levando alimentos a pessoas necessitadas e, isso, nos ajuda a melhorar a produção de textos. Está sendo uma nova experiência escrever para pessoas desconhecidas”, comentou.

A professora Lílian explicou que o projeto está dando certo, observou-se que há uma demanda. “A sociedade precisa se conscientizar da necessidade de contribuir mais com a geladeira solidária. A escola está realizando campanhas para ampliar a divulgação do projeto e obter mais parcerias”, frisou. Lílian contou que os pais dos alunos são grandes apoiadores da iniciativa.

Quanto à aprendizagem, a professora Lílian destacou a oportunidade que os estudantes estão tendo de escrever para leitores. “Geralmente, são os professores que leem os textos dos alunos”, ressaltou.